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Ozivy, primeira semaglutida produzida no Brasil via síntese química, chega às farmácias com acesso ao tratamento a partir de R$ 287 mensais
  • 05 de junho de 2026

Ozivy, primeira semaglutida produzida no Brasil via síntese química, chega às farmácias com acesso ao tratamento a partir de R$ 287 mensais

Após a aquisição inicial, o quarto mês de tratamento via Programa Vida + Leve será disponibilizado por R$ 498 por caneta.

A EMS, maior farmacêutica no Brasil, anuncia o início da comercialização de Ozivy, sua caneta à base de semaglutida, a partir de 15 de junho. O medicamento chega às farmácias de todo o país na segunda quinzena do mês. Cada caneta custará a partir de R$ 452, com condição especial para quem aderir ao Programa Vida + Leve, do EMS Saúde - os pacientes que optarem por esta iniciativa terão um investimento médio de R$ 287 por mês ao longo dos primeiros três meses de tratamento - ampliando o acesso dos brasileiros a uma das moléculas mais relevantes da medicina contemporânea. Após a aquisição inicial, o quarto mês de tratamento via Programa Vida + Leve será disponibilizado por R$ 498 por caneta.

Primeira semaglutida produzida no Brasil via síntese química a receber aprovação regulatória para comercialização no país, Ozivy representa mais um avanço da EMS na construção de uma plataforma nacional de terapias metabólicas de alta complexidade. O medicamento será comercializado em apresentações com uma e duas canetas por embalagem, oferecendo mais conveniência e flexibilidade ao longo da jornada terapêutica.

O lançamento reforça a estratégia da companhia de ampliar o acesso a tratamentos inovadores por meio de tecnologia, produção nacional e capacidade industrial própria. Ozivy integra a plataforma de peptídeos da EMS, desenvolvida a partir de investimentos superiores a R$ 1,2 bilhão em pesquisa, desenvolvimento, inovação e infraestrutura produtiva.

"Estamos transformando capacidade tecnológica em acesso. Ozivy é resultado de uma visão de longo prazo que posicionou a EMS na vanguarda da produção de peptídeos no Brasil. Mais do que lançar um medicamento, estamos ampliando o acesso da população a terapias modernas, produzidas com os mais elevados padrões de qualidade e segurança", afirma Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.

Produzido na planta de peptídeos da companhia, em Hortolândia (SP), o medicamento utiliza uma nova rota regulatória, inédita no Brasil e inaugurada com os lançamentos de OLIRE e LIRUX, com produção via síntese química — um processo altamente tecnológico que reproduz a cadeia de peptídeos com elevado grau de pureza, consistência e controle de qualidade.

A aprovação de Ozivy pela Anvisa reforça a robustez da plataforma tecnológica construída pela EMS e amplia um portfólio que vem contribuindo para transformar o mercado de terapias metabólicas no Brasil, fortalecendo a capacidade do país de desenvolver e produzir medicamentos de alta complexidade.

"O diabetes tipo 2 é uma condição crônica que exige acompanhamento contínuo e tratamento individualizado. A chegada de novas alternativas terapêuticas amplia as possibilidades de cuidado e reforça a importância da orientação médica para definição da melhor estratégia para cada paciente", afirma Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS.

Neste primeiro ciclo de abastecimento, a EMS disponibilizará mais de 500 mil canetas ao mercado, com distribuição inicial nas principais redes farmacêuticas do país e expansão progressiva para todo o território nacional.

Com capacidade instalada para produzir até 40 milhões de canetas por ano, a operação de peptídeos da EMS representa um dos maiores investimentos industriais já realizados pela companhia e reforça seu compromisso de ampliar o acesso da população brasileira a tratamentos inovadores, seguros e produzidos no país.