- 22 de junho de 2026
A Novo Nordisk lançou oficialmente o Wegovy no Chile
A Novo Nordisk apresentou oficialmente o Wegovy
(semaglutida) no Chile, um medicamento injetável usado uma vez por semana para
tratar a obesidade. Seu objetivo é diminuir o apetite e aumentar a saciedade,
permitindo que os pacientes controlem as porções de comida e melhorem a
ingestão diária.
Durante o evento, foram revisadas as evidências
clínicas que comprovam a eficácia do medicamento. Estudos mostraram que uma em
cada três pessoas tratadas obteve uma redução de até 25% no peso corporal e que
aproximadamente 84% da perda de peso foi de gordura. As evidências também
mostraram reduções de peso e melhorias nos parâmetros cardiovasculares
observadas a partir das primeiras quatro semanas de tratamento, o que os
especialistas destacaram como clinicamente significativo para o acompanhamento
do paciente.
“A chegada do Wegovy ao Chile reflete nosso
compromisso em colocar a inovação a serviço da saúde dos pacientes. Trabalhamos
para garantir que os avanços científicos cheguem a quem precisa e para
contribuir com uma melhor abordagem da obesidade no país, entendendo-a como a
doença crônica que é. Nosso foco é apoiar o sistema de saúde e continuar
expandindo o acesso a tratamentos baseados em evidências”,
afirmou Domenico Forte, Diretor Geral da Novo Nordisk Chile.
Diferentemente do Ozempic, indicado para o tratamento
do diabetes tipo 2, o Wegovy foi desenvolvido especificamente para tratar a
obesidade. A empresa afirma que um em cada três pacientes pode perder até 25%
do peso corporal com o tratamento.
“O Wegovy
possui sólidas evidências clínicas que comprovam sua eficácia e segurança. A
obesidade não se resolve com uma única medida, mas sim com uma abordagem
abrangente que considera o paciente como um todo. Por isso, enfatizamos que
este tratamento deve sempre ser utilizado sob supervisão e orientação médica,
como parte de um plano de tratamento personalizado”, explicou Milagro Sosa,
Diretora Médica da Novo Nordisk Chile.
Com a chegada do Wegovy, o Chile se torna o terceiro
país da região a comercializá-lo, depois da Argentina e da Colômbia.