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Medicamentos ilegais: De acordo com a UVAX México, 12,5% do mercado nacional é composto por esses produtos.
  • 29 de maio de 2026

Medicamentos ilegais: De acordo com a UVAX México, 12,5% do mercado nacional é composto por esses produtos.

O comércio ilegal de medicamentos não é um problema isolado, mas sim um fenômeno internacional que afeta governos, empresas e pacientes.

Um dos maiores desafios enfrentados pelo setor farmacêutico no México é o mercado negro de medicamentos, cujo valor é estimado em dois bilhões de dólares. Isso significa que aproximadamente 12,5% da indústria nacional é composta por produtos ilegais, segundo Ernesto Cervera, CEO da UVAX México.

Na décima primeira reunião da Aliança Latino-Americana de Combate ao Contrabando, o presidente da Câmara Nacional da Indústria Farmacêutica (Canifarma), Guy Jean Savoir García, enfatizou que o contrabando e o comércio ilegal de medicamentos não são problemas isolados, mas sim fenômenos internacionais que afetam governos, empresas e, sobretudo, a sociedade. Portanto, a colaboração internacional deve ser contínua.

Um dos maiores desafios enfrentados pelo setor farmacêutico no México é o mercado negro de medicamentos, cujo valor é estimado em dois bilhões de dólares. “O comércio ilícito de medicamentos não surge espontaneamente, mas sim responde a uma combinação de fatores estruturais. Entre eles, a escassez de medicamentos, que leva alguns pacientes a buscar alternativas fora dos canais regulamentados, bem como os altos custos de certos tratamentos, que podem incentivar a compra de produtos ilegais que parecem mais acessíveis, mas representam um sério risco à saúde”, afirmou Savoir García.

O mercado negro de medicamentos roubados, vencidos ou falsificados não se limita a lojas físicas. “O crescimento do comércio digital em plataformas não regulamentadas facilitou sua expansão e tornou esses produtos mais acessíveis à população em geral. Atualmente, esse fenômeno se intensificou por meio de canais digitais não supervisionados”, disse.

Os primeiros acordos de colaboração foram finalizados em plataformas digitais, a começar pelo Mercado Livre, um dos mais importantes do país para o combate a essa prática.