- 01 de junho de 2026
Argentina produzirá vacinas contra gripe para abastecer a América Latina e o Caribe
A Argentina está avançando na produção local de
vacinas contra gripe para a América Latina e o Caribe após a assinatura de um
acordo entre a Sinergium Biotech, a CSL Seqirus e a Organização Pan-Americana
da Saúde (OPAS). A iniciativa expandirá a capacidade produtiva do país e
fortalecerá sua participação no fornecimento regional de vacinas contra a
gripe.
O Ministro da Saúde, Mario Lugones, celebrou o acordo
e destacou que essa aliança representa um progresso para a indústria de saúde
argentina. "Essa iniciativa significa maior capacidade nacional em um
setor estratégico que atrairá investimentos, incorporará inovação e gerará
empregos de qualidade", afirmou.
Acordo entre Sinergium Biotech, CSL Seqirus e
OPAS
Conforme estabelecido, a CSL Seqirus se compromete a
fornecer seu portfólio de vacinas contra gripe aos países da região por meio do
Fundo Rotativo da OPAS. Esse mecanismo facilitará a distribuição de vacinas
para a América Latina e o Caribe, com a participação da indústria argentina na
produção local.
Por sua vez, a Sinergium Biotech contribuirá com a
capacidade industrial de sua fábrica local para a produção de vacinas. Com esse
acordo, a Argentina fortalece seu papel na fabricação de vacinas contra a gripe
e amplia sua capacidade de atender à demanda regional por imunização.
Lugones observou que o acordo demonstra a
possibilidade de integrar a indústria nacional em projetos de saúde de maior
escala. “Este é um exemplo concreto de como a indústria local pode se integrar
às soluções regionais de saúde”, afirmou o representante.
Pontos-chave do acordo regional
O acordo prevê a participação coordenada entre a
organização regional de saúde, a empresa internacional e a capacidade produtiva
argentina. Os principais elementos do acordo incluem:
• A CSL Seqirus fornecerá seu portfólio de vacinas
contra a gripe.
• A distribuição será realizada por meio do Fundo
Rotativo da OPAS.
• A Sinergium Biotech participará da fabricação local
das vacinas.
• A Argentina terá acesso prioritário a uma alocação
inicial de doses.
• O acordo permitirá a expansão da produção nacional
para a América Latina e o Caribe.